Presença, abertura, vazamento, temperatura: sensores discretos que transformam a casa em um organismo atento.

Uma casa só é inteligente se souber o que acontece dentro dela. São os sensores que dão essa percepção: presença para acender o caminho certo, abertura para saber que a porta ficou entreaberta, vazamento para avisar do pinga-pinga antes do estrago, temperatura e umidade para o clima agir sozinho. Pequenos, sem fio e invisíveis na decoração, eles são o sistema nervoso do projeto.
O sensor percebe e acende uma luz mínima no caminho, sem acordar ninguém.
Uma gota fora do lugar e o alerta chega no iPhone antes do prejuízo.
A casa avisa e pode desligar a climatização sozinha, ajudando a evitar consumo desnecessário.
Cada sensor vira um gatilho no app Casa: se detectar movimento, acenda; se abrir, avise; se molhar, notifique todo mundo. As automações locais respondem de forma rápida, sem depender de consultas constantes a servidores externos, e você acompanha o estado de cada ambiente pelo iPhone, de onde estiver.
A maioria é sem fio, com bateria de longa duração e comunicação de baixo consumo. A posição de cada sensor é definida para preservar a arquitetura e reduzir sua presença visual.
Não em um projeto bem calibrado. Ajustamos sensibilidade, horários e condições: à noite, luz de caminho suave; de dia, nada acontece.
Ele detecta a água no primeiro contato e dispara alerta imediato no iPhone de todos da casa. Combinado a registros motorizados, pode até cortar a água sozinho.
Sim. A arquitetura do Apple Home é modular. O projeto nasce dimensionado para crescer sem retrabalho.
Converse com a Deep on Tech e descubra como essa solução entra no seu projeto.